quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Google deixa de usar Windows por motivos de segurança
A maior empresa de internet da atualidade assumiu abertamente que está deixando de usar o sistema operacional da Microsoft nos seus computadores por questões de segurança.
Desde que um ataque ao Google originado na China trouxe dores de cabeça muito fortes aos engenheiros da empresa, a palavra “segurança” passou de ideal e virou ordem naquele prédio no Vale do Silício, nos Estados Unidos. Como solução imediata, foi decidido que o Windows seria o “sistema proibido” dentro das instalações Google. Tudo isso para intensificar a segurança.
Entretanto, o Chrome OS ainda não foi finalizado para que as máquinas tenham seus sistemas operacionais trocados por alguma “prata da casa”. Por isso, a direção do Google concordou em manter apenas o mínimo necessário de computadores com o Windows funcionando. Todos os outros devem mudar para os sistemas MAC OS X ou Linux.
O clima de desconfiança com o Windows dentro do Google é tão grande, que é preciso ter autorização de pessoas do alto escalão da empresa para poder usar esse sistema operacional. O plano, a longo prazo, é instituir ferramentas produzidas pelo próprio Google. Por isso tudo o que já foi produzido para “a Nuvem” também é usado por lá.
Protestos?
Sim. Houveram alguns protestos quanto à remoção de uma alternativa de sistema operacional a ser usado pelo pessoal do Google. Porém, alguns funcionários dizem que seria muito mais grave se tivessem cortado os Macs. É bem provável que em um futuro não tão distante assim, isso venha a acontecer, depois do que foi dito por Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia do Google.
Gundotra disse que o futuro proposto pela Apple não é o futuro que eles querem. A linha de pensamento defendida pelo vice-presidente de engenharia do Google leva a crer que a empresa de Steve Jobs seria algo como o Grande Irmão, do livro 1984 de George Orwell. Na obra, o Grande Irmão tudo controla e tudo vê. E, de acordo com o raciocínio de Gundotra, o mesmo aconteceria com a Apple e a sua dominação.
Assim, podemos esperar para breve algum tipo de rompimento com a Apple também. Mas será que essas medidas não fazem do Google um pouco “impopular”? Talvez. Mas o importante nesse caso todo é a opção por não utilizar mais um sistema operacional. Já era de se esperar que algo do tipo fosse acontecer mais cedo ou mais tarde.
A causa
A decisão por banir o Windows surgiu do ataque à operação Google na China. Isso já está bem claro. Mas o que ocasionou esse ataque é mais grave: uma falha no Internet Explorer que deixa vulnerável todas as versões recentes do sistema operacional da Microsoft. Para não correr esse risco, ficou muito claro que não é mais permitido usar as cores do Windows por lá.
A ideia de proibir o sistema já vem desde janeiro deste ano. Então, se você pretendia trabalhar no Google e continuar usando o Windows, pode mudar seus planos. Procure mais informações sobre o Chrome OS, afinal a tendência é que o uso interno do sistema operacional da própria empresa seja mandatório dentro de algum tempo.
Desde que um ataque ao Google originado na China trouxe dores de cabeça muito fortes aos engenheiros da empresa, a palavra “segurança” passou de ideal e virou ordem naquele prédio no Vale do Silício, nos Estados Unidos. Como solução imediata, foi decidido que o Windows seria o “sistema proibido” dentro das instalações Google. Tudo isso para intensificar a segurança.
Entretanto, o Chrome OS ainda não foi finalizado para que as máquinas tenham seus sistemas operacionais trocados por alguma “prata da casa”. Por isso, a direção do Google concordou em manter apenas o mínimo necessário de computadores com o Windows funcionando. Todos os outros devem mudar para os sistemas MAC OS X ou Linux.
O clima de desconfiança com o Windows dentro do Google é tão grande, que é preciso ter autorização de pessoas do alto escalão da empresa para poder usar esse sistema operacional. O plano, a longo prazo, é instituir ferramentas produzidas pelo próprio Google. Por isso tudo o que já foi produzido para “a Nuvem” também é usado por lá.
Protestos?
Sim. Houveram alguns protestos quanto à remoção de uma alternativa de sistema operacional a ser usado pelo pessoal do Google. Porém, alguns funcionários dizem que seria muito mais grave se tivessem cortado os Macs. É bem provável que em um futuro não tão distante assim, isso venha a acontecer, depois do que foi dito por Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia do Google.
Gundotra disse que o futuro proposto pela Apple não é o futuro que eles querem. A linha de pensamento defendida pelo vice-presidente de engenharia do Google leva a crer que a empresa de Steve Jobs seria algo como o Grande Irmão, do livro 1984 de George Orwell. Na obra, o Grande Irmão tudo controla e tudo vê. E, de acordo com o raciocínio de Gundotra, o mesmo aconteceria com a Apple e a sua dominação.
Assim, podemos esperar para breve algum tipo de rompimento com a Apple também. Mas será que essas medidas não fazem do Google um pouco “impopular”? Talvez. Mas o importante nesse caso todo é a opção por não utilizar mais um sistema operacional. Já era de se esperar que algo do tipo fosse acontecer mais cedo ou mais tarde.
A causa
A decisão por banir o Windows surgiu do ataque à operação Google na China. Isso já está bem claro. Mas o que ocasionou esse ataque é mais grave: uma falha no Internet Explorer que deixa vulnerável todas as versões recentes do sistema operacional da Microsoft. Para não correr esse risco, ficou muito claro que não é mais permitido usar as cores do Windows por lá.
A ideia de proibir o sistema já vem desde janeiro deste ano. Então, se você pretendia trabalhar no Google e continuar usando o Windows, pode mudar seus planos. Procure mais informações sobre o Chrome OS, afinal a tendência é que o uso interno do sistema operacional da própria empresa seja mandatório dentro de algum tempo.
Fonte: Baixaki
quinta-feira, 17 de março de 2011
Hackers criam website falso para doações às vítimas do terremoto no Japão
A Trend Micro, multinacional especializada em segurança digital, detectou nos últimos dias um site de phishing disfarçado para arrecadação de fundos para as vítimas do recente terremoto no Japão. O site de phishing http://www.japan{BLOCKED}.com foi criado com um sistema de rede social de código aberto chamado Jcow 4.2.1. Ele está hospedado no endereço IP 50.61.{BLOCKED}.{BLOCKED}, localizado nos Estados Unidos. A empresa alerta que o site ainda estava ativo no momento em que publicou esta nota em seu blog.
Além de hospedar um site de phishing, os cibercriminosos por trás deste ataque também alteraram o recurso de blog do website e inseriram posts que se parecem com publicidade, possivelmente com o intuito de aumentar o ranking do site em ferramentas de busca.
Tais ataques são comuns, pois os criminosos virtuais costumam se aproveitar de desastres naturais como o furacão Katrina, em 2005, o furacão Gustav, em 2008, e o terremoto em Sichuan, na China, em 2008. O mais recente ataque deste tipo explorou o terremoto no Haiti, em 2010. Diante desse quadro, a Trend Micro recomenda que os internautas escolham organizações confiáveis para fazer doações.
Além de hospedar um site de phishing, os cibercriminosos por trás deste ataque também alteraram o recurso de blog do website e inseriram posts que se parecem com publicidade, possivelmente com o intuito de aumentar o ranking do site em ferramentas de busca.
Tais ataques são comuns, pois os criminosos virtuais costumam se aproveitar de desastres naturais como o furacão Katrina, em 2005, o furacão Gustav, em 2008, e o terremoto em Sichuan, na China, em 2008. O mais recente ataque deste tipo explorou o terremoto no Haiti, em 2010. Diante desse quadro, a Trend Micro recomenda que os internautas escolham organizações confiáveis para fazer doações.
Fonte: http://www.techlider.com.br/2011/03/cibercriminosos-criam-falso-website-para-doacoes-as-vitimas-do-terremoto-no-japao/
sábado, 12 de março de 2011
Lançamento do iPad 2 no Brasil
Ontem, a Apple estreou com chave de ouro a atualização de sua tablet no Brasil.
Assim, objetivando abafar a reação de concorrentes como a Motorola e Samsung, que apresentaram os tablets Zoom e Galaxy Tab 10.1 com configuração de hardware superior a do atual iPad 2, a empresa resolveu ampliar seus pontos de vendas.
Entre as vantagens do Motorola Zoom, por exemplo, estão a tela maior (10.1´´ contra 9.7´´), o suporte a redes móveis de quarta geração e porta HDMI nativa (no iPad 2, é preciso usar um adaptador para plugar o gadget na porta HDMI de uma TV).
Assim, objetivando abafar a reação de concorrentes como a Motorola e Samsung, que apresentaram os tablets Zoom e Galaxy Tab 10.1 com configuração de hardware superior a do atual iPad 2, a empresa resolveu ampliar seus pontos de vendas.
Entre as vantagens do Motorola Zoom, por exemplo, estão a tela maior (10.1´´ contra 9.7´´), o suporte a redes móveis de quarta geração e porta HDMI nativa (no iPad 2, é preciso usar um adaptador para plugar o gadget na porta HDMI de uma TV).
A nova versão do iPad é mais fina e leve que o aparelho original, com um processador A5 de núcleo duplo, câmeras para filmar e realizar videoconferência via FaceTime e duração de bateria estimada em 10 horas. Os preços, nos EUA, vão de US$ 499 (16 GB de armazenamento com conectividade Wi-Fi) a US$ 829 (64 GB com 3G e Wi-Fi).
No próximo dia 25, o iPad 2 será lançado em mais 26 países, incluindo Austrália, Canadá, França, Reino Unido, Japão e México. Não há previsão de lançamento do iPad 2 para o mercado brasileiro ainda.
Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/lancamento-do-ipad-2-no-brasil_102753/
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